Vacinação contra gripe foi prorrogada até dia 22 de junho

A campanha de vacinação contra a gripe está prorrogada até 22 de junho. A informação foi confirmada nesta sexta-feira (15) durante a reunião da Comissão Intergestores Bipartite, instância de pactuação do SUS que reúne a secretaria estadual e as secretarias municipais da saúde dos 399 municípios paranaenses. Depois do fim da campanha de vacinação, as doses restantes serão disponibilizadas para a população em geral.

O secretário estadual da Saúde, Antônio Carlos Nardi, disse que a meta de vacinar ao menos 90% da população-alvo no Paraná continua valendo. Os municípios paranaenses com baixa adesão à vacinação devem reforçar suas ações para cumprir a meta até o fim da campanha, no dia 22 de junho.

“Caso os municípios desejem, podem estabelecer o dia 23 de junho, sábado, como dia D de vacinação contra a gripe. Mas será o último dia em que haverá garantia de vacina para o público-alvo da campanha. A partir do dia 25 de junho, as doses disponíveis serão oferecidas à população em geral”, diz o secretário.

META – Até esta sexta-feira (15), o índice de cobertura vacinal no Estado era de 84,4%. Entre as 22 Regionais de Saúde, 10 já atingiram imunização de pelo menos 90% da população-alvo e quatro (Paranaguá, Região Metropolitana de Curitiba, Ponta Grossa e Foz do Iguaçu) ainda apresentam índices de vacinação abaixo de 80%.

A preocupação maior é ampliar a vacinação entre crianças com idade entre seis meses e menos de 5 anos. Até agora, apenas 66% das crianças dessa faixa etária foi imunizada no Estado. Alguns municípios paranaenses ainda não conseguiram vacinar nem a metade das crianças com mais de seis meses e menos de cinco anos, como Campina Grande do Sul (40,3%), Matinhos (40,9%), Foz do Iguaçu (42,2%), Almirante Tamandaré (45,1%), Guaratuba (47,8%), São Pedro do Iguaçu (48,2%) e Campo do Tenente (49%). Em Curitiba, o índice de vacinação nessa faixa etária é de 51,8%.

A superintendente de Vigilância em Saúde, Júlia Cordellini, diz que quem pertence aos grupos prioritários devem procurar os postos de vacinação até a próxima sexta-feira (22). “Contamos com o apoio e responsabilidade dos pais para levarem as crianças aos postos de vacinação. A gripe é uma doença que pode matar. Precisamos proteger nossas crianças”.

RISCO – O último boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde mostra que desde o início do ano o Paraná já tem 178 casos confirmados de gripe, sendo que 24 desses casos evoluíram para o óbito do paciente. Do total de casos, a maior parte foi registrada entre idosos (acima de 60 anos), com 30,9% das ocorrências. Na sequência aparecem pessoas com pneumopatias crônicas (doenças respiratórias), com 20,2%; crianças menores de 5 anos, com 17,4%; pessoas com doenças cardiovasculares crônicas, com 16,3%; e mulheres grávidas, com 12,4%.

Devem ser vacinadas até o dia 22 de junho todas as crianças com idade entre seis meses e cinco anos incompletos; gestantes (em qualquer período gestacional); puérperas (mulheres que tiveram parto recente, em até 45 dias); trabalhadores da área da saúde; professores (rede pública e particular); idosos (mais de 60 anos de idade); populações indígenas e doentes crônicos.

(Agência Estadual de Notícias)

 

15 de junho de 2018

A campanha de vacinação contra a gripe está prorrogada até 22 de junho. A informação foi confirmada nesta sexta-feira (15) durante a reunião da Comissão Intergestores Bipartite, instância de pactuação do SUS que reúne a secretaria estadual e as secretarias municipais da saúde dos 399 municípios paranaenses. Depois do fim da campanha de vacinação, as doses restantes serão disponibilizadas para a população em geral.

O secretário estadual da Saúde, Antônio Carlos Nardi, disse que a meta de vacinar ao menos 90% da população-alvo no Paraná continua valendo. Os municípios paranaenses com baixa adesão à vacinação devem reforçar suas ações para cumprir a meta até o fim da campanha, no dia 22 de junho.

“Caso os municípios desejem, podem estabelecer o dia 23 de junho, sábado, como dia D de vacinação contra a gripe. Mas será o último dia em que haverá garantia de vacina para o público-alvo da campanha. A partir do dia 25 de junho, as doses disponíveis serão oferecidas à população em geral”, diz o secretário.

META – Até esta sexta-feira (15), o índice de cobertura vacinal no Estado era de 84,4%. Entre as 22 Regionais de Saúde, 10 já atingiram imunização de pelo menos 90% da população-alvo e quatro (Paranaguá, Região Metropolitana de Curitiba, Ponta Grossa e Foz do Iguaçu) ainda apresentam índices de vacinação abaixo de 80%.

A preocupação maior é ampliar a vacinação entre crianças com idade entre seis meses e menos de 5 anos. Até agora, apenas 66% das crianças dessa faixa etária foi imunizada no Estado. Alguns municípios paranaenses ainda não conseguiram vacinar nem a metade das crianças com mais de seis meses e menos de cinco anos, como Campina Grande do Sul (40,3%), Matinhos (40,9%), Foz do Iguaçu (42,2%), Almirante Tamandaré (45,1%), Guaratuba (47,8%), São Pedro do Iguaçu (48,2%) e Campo do Tenente (49%). Em Curitiba, o índice de vacinação nessa faixa etária é de 51,8%.

A superintendente de Vigilância em Saúde, Júlia Cordellini, diz que quem pertence aos grupos prioritários devem procurar os postos de vacinação até a próxima sexta-feira (22). “Contamos com o apoio e responsabilidade dos pais para levarem as crianças aos postos de vacinação. A gripe é uma doença que pode matar. Precisamos proteger nossas crianças”.

RISCO – O último boletim divulgado pela Secretaria de Estado da Saúde mostra que desde o início do ano o Paraná já tem 178 casos confirmados de gripe, sendo que 24 desses casos evoluíram para o óbito do paciente. Do total de casos, a maior parte foi registrada entre idosos (acima de 60 anos), com 30,9% das ocorrências. Na sequência aparecem pessoas com pneumopatias crônicas (doenças respiratórias), com 20,2%; crianças menores de 5 anos, com 17,4%; pessoas com doenças cardiovasculares crônicas, com 16,3%; e mulheres grávidas, com 12,4%.

Devem ser vacinadas até o dia 22 de junho todas as crianças com idade entre seis meses e cinco anos incompletos; gestantes (em qualquer período gestacional); puérperas (mulheres que tiveram parto recente, em até 45 dias); trabalhadores da área da saúde; professores (rede pública e particular); idosos (mais de 60 anos de idade); populações indígenas e doentes crônicos.

(Agência Estadual de Notícias)

 

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