Segurança
Vítima, Guilherme Ambrosini – Foto Divulgação

A Polícia Civil de Pato Branco concluiu as investigações que apuram o assassinato do servidor municipal, Guilherme Ambrosini, 32 anos. O crime ocorreu no dia 12 de junho de 2022, na cidade de Pato Branco.

Na noite do crime, Guilherme estava com a namorada em um carro, quando o suspeito rendeu o casal. Claudir tentou amarrar Guilherme para violentar a namorada. Guilherme reagiu e foi baleado. Após o disparo, o suspeito levou a mulher para uma mata, mas desistiu de cometer o estupro e mandou ela sair do local com o carro.

O suspeito, Claudir Lisboa, foi preso no dia 18 de junho e após coletar seu material biológico foi confirmada a compatibilidade genética com material coletados de uma das vítimas de estupro.

No dia da prisão, a polícia apreendeu o carregador da arma de fogo que ele portava (com a qual atirou nos policiais) e cartucho por ela deflagrado. Após perícia comparativa entre o material apreendido e cartucho localizado no carro do servidor, o Instituto de Criminalística do Paraná confirmou que a arma portada pelo suspeito foi a mesma utilizada na morte de Guilherme.

A polícia afirmou ainda que através de diligências comprovou a presença do suspeito nos locais e horários em que os outros dois crimes de estupro investigados ocorreram.

O suspeito foi indiciado pelos crimes de estupro (por três vezes), roubo majorado pelo emprego de arma de fogo (por quatro vezes), furto e latrocínio consumado, sendo que a soma das penas mínimas previstas aos crimes é de quase 50 anos e das penas máximas ultrapassa 90 anos.

O suspeito permanece preso, respondendo, ainda, pelos crimes de tentativa de homicídio contra os agentes de segurança e furto qualificado (pelos quais foi autuado em flagrante quando da sua prisão) e com 32 anos de prisão restantes das condenações anteriores.