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Na quarta-feira, 25, aconteceu na Assembleia Legislativa do Paraná a primeira reunião ordinária da Comissão Especial, presidida pelo deputado Schiavinatto, criada para estudar e acompanhar os embargos à exportação da carne de frango produzida no estado para a União Europeia (UE). O deputado Reichembach esteve presente junto com outros deputados e representantes técnicos de instituições como a FAEP, a Fetaep e a Ocepar.

Para Reichembach, a reunião foi esclarecedora. “Os especialistas trouxeram dados muito importantes para nós, então a partir de agora vamos nos reunir com o poder público para buscarmos alternativas que diminuam os prejuízos na cadeia produtiva do frango no Paraná, desde os pequenos produtores da agricultura familiar até os grandes frigoríficos”, afirma.

Das 20 plantas barradas para exportar para a UE, oito delas se localizam no Paraná. No Sudoeste, onde grande parte da economia é gerada a partir da avicultura, as associações estão se reunindo para a realização de um seminário. O evento está marcado para o dia 02 de maio (quarta-feira) no Centro de Eventos de Francisco Beltrão, e pretende reunir um grupo heterogêneo com pessoas de todas as frentes da cadeia produtiva, desde os avicultores até os funcionários dos frigoríficos.

“O Paraná é o maior produtor de carne de frango do Brasil, temos 19 mil avicultores, sem contar os empregos diretos e indiretos gerados pela cadeia produtiva, então o impacto que estes embargos podem gerar ao nosso estado e à nossa economia são preocupantes e envolvem todos os setores”, ressalta Reichembach, que já está em contato com as associações e com o poder público para buscar alternativas e também novos mercados para o frango produzido no estado.

Os frigoríficos paranaenses barrados pela UE foram: BRF (unidades de Ponta Grossa, Toledo e Francisco Beltrão), Copagril (M. C. Rondon), Copacol (Cafelândia), Coopavel (Cascavel), Avenorte (Cianorte), e Lar (Matelândia).

(Assessoria)