Esportes, Francisco Beltrão
Foto: Adolfo Pegoraro

O pivô Rafinha não é mais atleta do Marreco Futsal. Na última sexta-feira (27), o atleta acertou a sua transferência para o Al Arabi, do Kuwait. As negociações para tirar o atleta do Brasil já vinham acontecendo há alguns dias, mas foram confirmadas somente na sexta-feira à noite. Ao saber da proposta, a diretoria do Marreco não criou obstáculos e autorizou a negociação, e assim a equipe beltronense sofre mais uma alteração em seu elenco. Rafinha deixa o Marreco após ter marcado 12 gols em sete meses.

Neste ano, a janela de transferências do futebol internacional está servindo para uma remodelação no elenco do Marreco, assim como nos anos anteriores. A saída recente mais sentida no meio de uma temporada talvez tenha sido a do pivô Bolinha em 2016, quando o então artilheiro da equipe partiu rumo ao Azerbaijão, onde se naturalizou para disputar a Copa do Mundo, permanecendo por lá até hoje. Outras saídas serviram mais como reformulação por maus resultados, como quando Neto Caraúbas, Pábrio e Jhow deixaram a equipe. Em 2018 o Marreco já teve a saída do fixo Éder para o Azerbaijão, mais tarde Richard chegou a se despedir do clube, mas acabou retornando poucos dias depois sem acordo com o clube, e agora Rafinha é outro a aproveitar a janela de julho.

Mesmo sem confirmar se vai atrás de outro atleta para repor a saída de Rafinha, a diretoria do Marreco trabalha internamente para buscar um fixo, suprindo assim uma necessidade que foi identificada ainda no início do ano durante a montagem do elenco. Atualmente, Fabiano Assad e Renan Fuzo são os dois beques na equipe, com o primeiro já na casa de 40 anos e mais efetivo no ataque do que na defesa, e o segundo ainda mais discreto do que na apagada temporada de 2017. Com Sinoê, Dener e Pedro Rei podendo jogar como pivôs, o técnico Paulinho Gambier prefere um jogador com características defensivas para o restante da temporada. Resta agora esperar uma boa oportunidade no mercado de transferências que fecha em 13 de agosto.