Professor salva aluno engasgado com água

O professor Anderson Medeiros, do Colégio Estadual Cívico Militar Cândido Portinari, em Ampére, no Sudoeste, socorreu um aluno que se engasgou ao beber água nesta semana. A situação aconteceu enquanto o professor passava o conteúdo no quadro e foi avisado pelos outros alunos que presenciaram o engasgamento. O aluno não estava conseguindo respirar.

“Ao perceber o aluno com falta de ar, me aproximei dele e apliquei a manobra de Heimlich, restabelecendo a sua respiração”, relatou o professor. Após o episódio o aluno voltou a respirar e conseguiu inclusive acompanhar o resto da aula.

O professor recebeu capacitação como brigadista no Programa Brigadas Escolares em 2023. Professores e funcionários das escolas que fazem o curso recebem instruções sobre combate a princípios de incêndio e primeiros socorros, entre elas a manobra de Heimlich. O programa é coordenado pela Defesa Civil, Secretaria de Estado da Educação e Corpo de Bombeiros. Ele já completou dez anos.

Ele chegou a ser ser reconhecido pelo governo federal, através do Sistema Nacional de Proteção de Defesa Civil, como exemplo de Boas Práticas no eixo “Defesa Civil na Escola”. 

A diretora da escola, Isolina Bernadete, disse que o treinamento foi essencial para que a situação fosse controlada rapidamente. “Nós aprendemos a estar preparados para esse momento, e não só na escola, mas em qualquer local, porque a qualquer momento pode acontecer”, disse. 

O coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Fernando Schunig, também reforçou a importância do programa para a segurança do ambiente escolar. Desde a sua criação, mais de 81 mil funcionários e professores foram capacitados como brigadistas para atuar no ambiente escolar, sendo que 9 mil apenas no ano passado.

“São momentos como esse que mostram como o programa é um sucesso. Por isso o Governo do Estado está ampliando a oferta progressivamente para os municípios, para que todos os alunos do Paraná tenham essa tranquilidade e segurança nas escolas”, afirmou.

(AEN)

10 de fevereiro de 2024

Diretora da escola, Isolina Bernadete e o aluno - Foto: Arquivo Pessoal

O professor Anderson Medeiros, do Colégio Estadual Cívico Militar Cândido Portinari, em Ampére, no Sudoeste, socorreu um aluno que se engasgou ao beber água nesta semana. A situação aconteceu enquanto o professor passava o conteúdo no quadro e foi avisado pelos outros alunos que presenciaram o engasgamento. O aluno não estava conseguindo respirar.

“Ao perceber o aluno com falta de ar, me aproximei dele e apliquei a manobra de Heimlich, restabelecendo a sua respiração”, relatou o professor. Após o episódio o aluno voltou a respirar e conseguiu inclusive acompanhar o resto da aula.

O professor recebeu capacitação como brigadista no Programa Brigadas Escolares em 2023. Professores e funcionários das escolas que fazem o curso recebem instruções sobre combate a princípios de incêndio e primeiros socorros, entre elas a manobra de Heimlich. O programa é coordenado pela Defesa Civil, Secretaria de Estado da Educação e Corpo de Bombeiros. Ele já completou dez anos.

Ele chegou a ser ser reconhecido pelo governo federal, através do Sistema Nacional de Proteção de Defesa Civil, como exemplo de Boas Práticas no eixo “Defesa Civil na Escola”. 

A diretora da escola, Isolina Bernadete, disse que o treinamento foi essencial para que a situação fosse controlada rapidamente. “Nós aprendemos a estar preparados para esse momento, e não só na escola, mas em qualquer local, porque a qualquer momento pode acontecer”, disse. 

O coordenador estadual da Defesa Civil, coronel Fernando Schunig, também reforçou a importância do programa para a segurança do ambiente escolar. Desde a sua criação, mais de 81 mil funcionários e professores foram capacitados como brigadistas para atuar no ambiente escolar, sendo que 9 mil apenas no ano passado.

“São momentos como esse que mostram como o programa é um sucesso. Por isso o Governo do Estado está ampliando a oferta progressivamente para os municípios, para que todos os alunos do Paraná tenham essa tranquilidade e segurança nas escolas”, afirmou.

(AEN)

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