Preço do ovo vai continuar subindo?
Com um aumento de 15% no mês de fevereiro em relação à janeiro, o preço do ovo deve começar a cair e normalizar nos próximos dias até o fim da Quaresma. É o que indica o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado recentemente pelo IBGE.
No acumulado do ano os preços já subiram 16,4% impulsionado pelo custo do milho, calor intenso e demanda aquecida justamente na Quaresma, período em que a demanda aumenta pois os católicos diminuem o consumo de carne.
Apesar do otimismo, economistas afirmam que a demanda deve continuar alta mesmo após o fim da Quaresma já que os valores subiram neste ano muito antes do período tradicional de elevação dos preços.
Segundo a diretora administrativa do Instituto Ovos Brasil, Tabatha Lacerda, “O efeito da Quaresma demora um pouco para aparecer, então foi uma surpresa”, disse em relação ao aumento antecipado.
De fato ainda não há nenhuma garantia de queda nos preços por consequência do período religioso e até mesmo em relação à situação do mercado interno e externo. As vendas externas aumentaram a partir de dezembro influenciadas pela crise da gripe aviária nos Estados Unidos, mas os números reais deste impacto ainda precisam de tempo para serem analisados.
Crédito: Freepik
Com um aumento de 15% no mês de fevereiro em relação à janeiro, o preço do ovo deve começar a cair e normalizar nos próximos dias até o fim da Quaresma. É o que indica o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), divulgado recentemente pelo IBGE.
No acumulado do ano os preços já subiram 16,4% impulsionado pelo custo do milho, calor intenso e demanda aquecida justamente na Quaresma, período em que a demanda aumenta pois os católicos diminuem o consumo de carne.
Apesar do otimismo, economistas afirmam que a demanda deve continuar alta mesmo após o fim da Quaresma já que os valores subiram neste ano muito antes do período tradicional de elevação dos preços.
Segundo a diretora administrativa do Instituto Ovos Brasil, Tabatha Lacerda, “O efeito da Quaresma demora um pouco para aparecer, então foi uma surpresa”, disse em relação ao aumento antecipado.
De fato ainda não há nenhuma garantia de queda nos preços por consequência do período religioso e até mesmo em relação à situação do mercado interno e externo. As vendas externas aumentaram a partir de dezembro influenciadas pela crise da gripe aviária nos Estados Unidos, mas os números reais deste impacto ainda precisam de tempo para serem analisados.
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