Polícia investiga morte de indígena após suspeita de abuso sexual

Polícia investiga morte de indígena após suspeita de abuso sexual

Polícia investiga morte de indígena após suspeita de abuso sexual

Foto: Fabrício Eduardo

Uma indígena morreu na madrugada de segunda-feira (23), após ser internada com lesões que indicam abuso sexual. A vítima, que fazia parte de um grupo de pessoas que se reunia com outros indígenas em Laranjeiras do Sul, começou a passar mal na manhã de domingo, após uma noite de confraternização com amigos e familiares.

De acordo com a Polícia Civil, a jovem de 22 anos, que estava acompanhada do marido e de outros sete conhecidos, ingeriu grandes quantidades de bebida alcoólica durante a noite e madrugada. Na manhã seguinte, começou a se queixar de fortes dores abdominais e apresentou sangramento.

Encaminhada ao hospital, os médicos identificaram sinais de abuso sexual e, devido à gravidade do quadro, a vítima foi transferida para Guarapuava, onde não resistiu e veio a óbito. No entanto, as causas da morte ainda não foram confirmadas, já que a Polícia Civil aguarda o laudo da Polícia Cientifica e os prontuários médicos.

Em nota, a Polícia Civil afirmou que a investigação segue em andamento e que os detalhes sobre o que ocorreu na noite e madrugada anteriores à morte da vítima ainda são objeto de apuração. A polícia não descarta a possibilidade de envolvimento de mais de uma pessoa no crime, embora até o momento, as evidências apontem para um único suspeito, que já foi interrogado e negou a autoria.

“Os detalhes do que ocorreu durante essa noite e madrugada ainda são objeto de investigação. A divulgação daquilo que já foi possível apurar atrapalharia o trabalho policial. Pode-se dizer, tão somente, que até o momento as evidências apontam no sentido de que o crime foi cometido por uma pessoa, que já foi interrogada e que negou a autoria”, diz a nota.

Ainda de acordo com a polícia, todos os esforços estão sendo direcionados para a conclusão do caso. “As investigações desse complexo caso seguirão até o completo esclarecimento dos fatos”, conclui a nota.

A comunidade indígena aguarda por respostas e justiça, enquanto o caso segue sendo tratado como prioridade pelas autoridades policiais.

Catve

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