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Foto: Prefeitura de Curitiba – PR/Reprodução

Capital paranaense tem se tornado cada vez mais rica e próspera

A procura por apartamento para alugar em Curitiba tem aumentado, uma vez que a cidade tem crescimento vertiginosamente. De acordo com dados levantados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), vinculado ao Ministério da Economia, a região metropolitana de Curitiba foi a terceira que mais gerou empregos formais no último ano.

Essa Região Metropolitana de Curitiba agrega algo em torno de 30% da população do Estado e auxiliou a impulsionar os resultados do Paraná. Foram aproximadamente 59.295 novas vagas formais de emprego entre os meses de janeiro e setembro do ano passado, o que representa um aumento de 2,28% do contingente de vagas abertas no mercado do Paraná.

Quer entender mais sobre o crescimento da capital paranaense? Então continue lendo este artigo.

Os índices de Curitiba

No acumulado de 2020, foram criados cerca de 19.697 novos postos de emprego em Curitiba. Os números apresentados pelo Caged igualmente indicam um crescimento proporcional dos empregos nessas cidades em comparação com a mesma época em 2019, com um destaque para lá de especial para Curitiba, onde o índice de empregos aumentou em 2,91%.

Curitiba tem apresentado uma forte tendência de continuidade no crescimento. Isso é fruto do trabalho que vem sendo desenvolvido com o propósito de aproximar sempre mais as empresas das Agências do Trabalhador e também da recuperação da confiança na economia do país, o que é essencial para que esses números animadores continuem aumentando.

Os setores e atividades com maior crescimento de empregos

O maior impulsionador do emprego na cidade de Curitiba e também no Estado como um todo foi o setor de serviços, exibindo um saldo de 36.343 novos empregos, o que significa um aumento de 3,5% em comparação com o mesmo período de 2019.

Essa mesma tendência foi observada na Região Metropolitana de Curitiba e em Curitiba em si, com cerca de 17,5 mil empregos criados no setor. O segundo setor que mais empregou pessoas foi a construção civil, que gerou 4.598 empregos.

O progresso da geração de empregos no segmento de construção acabou estimulando também, por conseguinte, as atividades do setor imobiliário, seguido do comércio, que gerou 3.820 empregos e a indústria de formação que gerou 3.250 empregos.

No âmbito do comércio, Curitiba foi a única que mostrou um crescimento na oferta de empregos, ao contrário de outras grandes cidades como Belo Horizonte e São Paulo, nas quais houve um decréscimo na quantidade de empregos.

Os subsetores que mais tiveram aumento de empregos no acumulado dos meses de janeiro a setembro foram o comércio, a administração de imóveis e valores imobiliários, acompanhado por serviços de alojamento, alimentação, reparação, manutenção, redação, ensino e comércio atacadista.

No que se refere às atividades levantadas ocorreu um reflexo nos índices dos setores de serviço e também da construção civil.

O primeiro lugar ficou nas mãos dos serviços combinados de escritório e apoio administrativo, seguido da construção de edifícios, atividades ligadas à organização do transporte de carga, restaurantes e outros estabelecimentos que fornecem serviços de alimentação, bebidas e transporte de cargas.

O setor de construção e seu impulso no mercado imobiliário curitibano

Curitiba e sua respectiva Região Metropolitana tem um papel crucial na recuperação do crescimento do mercado imobiliário do Estado. A indústria tem contratado pessoas, o que estimula o ciclo de contratação no setor de serviços e mostra claras evidências de crescimento da construção civil em todos os números.

Isso é um indicativo de que Curitiba segue a tendência nacional de um mercado imobiliário mais aquecido. Em todo o Brasil, a construção evidenciou um saldo de 116, 5 mil empregos, um crescimento de 5,9% em comparação a 2019.

No Estado do Paraná, essa recuperação representou um crescimento de 8,21% em comparação com 2019, o que significou 9,8 mil vagas a mais. Dessas vagas, uma boa parte foi gerada na cidade de Curitiba.

O crescimento populacional de Curitiba

Esse crescimento econômico de Curitiba atraiu um novo volume de pessoas para a região incentivando cada vez mais a buscas por apartamentos para comprar no Ecoville. Com efeito, a cidade atraiu 15,9 mil habitantes no período de 1 ano, de acordo com uma estimativa feita pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número é mais elevado que a população de 280 cidades do Paraná, que significa 70% do total de 399 cidades do Estado.

Curitiba permanece sendo a cidade mais populosa do Paraná e também a oitava mais populosa do Brasil, contabilizando 1,9 milhões de habitantes. No ano de 2018, o IBGE mostrou, por exemplo, uma população calculada 1.917.185 milhões na capital paranaense. O aumento em comparação ao ano anterior foi de 0,83% mais elevado que a média nacional, que ficou em 0,79%.

Segundo pesquisadores, há uma forte tendência de que as cidades com menos de 20 mil habitantes se reduzam progressivamente, porém não chegarão ao ponto de sumir por completo. Por outro lado, aqueles que computam 40 mil habitantes tem uma tendência de aumentar.

A taxa de crescimento de Curitiba foi de 1,10%, o que é acima das médias do Estado do Paraná e até mesmo do país. Para fins de comparação, as regiões metropolitanas de São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, que são as maiores do Brasil, exibiram um crescimento de 0,76%, 0,77% e 0,5%.

No que tange à Região Metropolitana de Curitiba, as cidades de Fazenda Rio Grande, Tunas do Paraná e São José dos Pinhais foram as que tiveram o maior crescimento porcentual no ano passado, de acordo com estimativas elaboradas e divulgadas pelo IBGE.

Curitiba e sua região metropolitana tem essa tendência histórica de aumento populacional por causa da migração de pessoas de cidades diminutas do interior do Estado na procura de melhores oportunidades de vida. Entre os anos de 2018 e 2019, por exemplo, cidades do Paraná perderam vários habitantes.

Agora você entende o que impulsiona o crescimento econômico de Curitiba e região e como isso explica o aumento populacional. Curta e compartilhe esse post em suas redes sociais.