Agronegócio fecha 2025 com alta de 8,2% de inadimplência
O agronegócio brasileiro voltou a registrar alta na inadimplência no quarto trimestre de 2025 com 8,2% no fim do último ano.
Levantamento divulgado nesta segunda-feira (1°) pelo Serasa Experian, indica que a elevação dos custos de fertilizantes e combustíveis influenciaram na inadimplência.
A tendência de alta começou no final de 2024 e a inadimplência rural está concentrada em dívidas contraídas com instituições financeiras. O Banco do Brasil é o principal financiador do setor e o índice de inadimplentes considera dívidas de pessoas físicas do grupo que estejam vencidas há mais de 180 dias.
Os produtores rurais sem informação de registro (arrendatários ou participantes de grupos familiares) registraram o maior valor de inadimplência, com 9,9%, seguidos de grandes proprietários (9,8%), médios (8,3%) e de pequeno porte (7,8%).
Os estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná tiveram os melhores desempenhos de taxa de inadimplência.
