Acusado de matar o pai é condenado a mais de 32 anos de prisão
Em julgamento realizado nesta quinta-feira (14) no Tribunal do Júri da Comarca de Francisco Beltrão, Renato dos Santos Pires, acusado de matar seu pai Juvelino dos Santos Pires, foi condenado a uma pena de 32 anos, 09 meses e 23 dias em regime de reclusão.
O crime
Os fatos ocorreram na madrugada do dia 13 de março de 2022 na cidade de Manfrinópolis, onde Renato após ficar incomodado com uma festa (baile) que acontecia na casa de seus pais foi até o local, armado com um facão e uma espada e o pai tentou fugir do local entrando em uma mata onde foi alcançado pelo filho que desferiu contra ele cerca de vinte golpes com as armas que foram a causa de sua morte.
Ele foi denunciado por homicídio qualificado e submetido ao julgamento onde foi condenado.
O julgamento foi presidido pela Juíza de Direito Drª Janaína Monique Zanellato Albino Sinhorini, no Ministério Público a Promotora de Justiça Drª Silvia Skaetta Nunes Donatti, tendo como assistência na acusação advogado Dr Verli José de Farias e na defesa os advogados nomeados Dr Wisley Rodrigo dos Santos e Drª Mariane Guimarães dos Santos.
O réu manifestou desejo de recorrer da sentença e após os procedimentos foi encaminhado de volta a Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão, onde está preso desde a época do crime.
Foto PP News
Em julgamento realizado nesta quinta-feira (14) no Tribunal do Júri da Comarca de Francisco Beltrão, Renato dos Santos Pires, acusado de matar seu pai Juvelino dos Santos Pires, foi condenado a uma pena de 32 anos, 09 meses e 23 dias em regime de reclusão.
O crime
Os fatos ocorreram na madrugada do dia 13 de março de 2022 na cidade de Manfrinópolis, onde Renato após ficar incomodado com uma festa (baile) que acontecia na casa de seus pais foi até o local, armado com um facão e uma espada e o pai tentou fugir do local entrando em uma mata onde foi alcançado pelo filho que desferiu contra ele cerca de vinte golpes com as armas que foram a causa de sua morte.
Ele foi denunciado por homicídio qualificado e submetido ao julgamento onde foi condenado.
O julgamento foi presidido pela Juíza de Direito Drª Janaína Monique Zanellato Albino Sinhorini, no Ministério Público a Promotora de Justiça Drª Silvia Skaetta Nunes Donatti, tendo como assistência na acusação advogado Dr Verli José de Farias e na defesa os advogados nomeados Dr Wisley Rodrigo dos Santos e Drª Mariane Guimarães dos Santos.
O réu manifestou desejo de recorrer da sentença e após os procedimentos foi encaminhado de volta a Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão, onde está preso desde a época do crime.
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