Pandemia
Gabriel Monteiro/SECOM

Ao menos 24 capitais brasileiras decidiram não fazer festa de Réveillon neste ano devido à pandemia de Covid-19. O levantamento feito pela CNN confirmou que Campo Grande, Fortaleza, Macapá, Belo Horizonte, Salvador, São Luís, João Pessoa, Palmas, Teresina, Recife, Aracaju, Brasília (DF), Belém, Goiânia, Vitória,  Manaus, Porto Alegre, Natal, Curitiba, Cuiabá, São Paulo, Florianópolis, Rio de Janeiro e Maceió optaram pela não realização de eventos para celebrar a virada de 2021 para 2022.

Na tarde deste sábado (4), o prefeito de Manaus, David Almeida, publicou no instagram que “quando se trata de pandemia, a palavra final é da ciência. Por isso, determinei o cancelamento da festa de Réveillon”.

A cidade do Rio de Janeiro também anunciou o cancelamento de sua tradicional desta de Réveillon na manhã deste sábado seguindo recomendação estadual, o prefeito Eduardo Paes afirmou que toma a decisão “com tristeza”, mas não há como “organizar a celebração sem a garantia de todas as autoridades sanitárias”.

A prefeitura de Curitiba, capital do Paraná, afirmou que não terá festa de Réveillon este ano, porém, enfatizou que a cidade já não tinha a tradição de celebrar a data com grandes eventos.

A capital catarinense, Florianópolis, realizará apenas a queima de fogos, sem evento na avenida Beira-Mar, para evitar aglomerações. Campo Grande, Teresina, Belém e Cuiabá informaram que também cancelaram o Carnaval 2022.

Já Porto Velho e Boa Vista informaram que ainda não está definido se haverá ou não festa de Réveillon.

A prefeitura de Rio Branco não confirmou de maneira definitiva a informação sobre o Ano Novo até o fechamento desta reportagem

As prefeituras que cancelaram as festas este ano disseram que a preocupação com a pandemia e o surgimento de uma nova variante do coronavírus são os principais motivos para a decisão.

Na quinta-feira (02), o prefeito paulista Ricardo Nunes anunciou o cancelamento do Réveillon por recomendação de um estudo da vigilância sanitária.

A prefeitura de João Pessoa afirmou que “a decisão foi tomada com o intuito de evitar aglomerações e a circulação de novas variantes da Covid-19, mesmo com o avanço da vacinação na capital”.

Fonte CNN  Brasil