Publicado em 19/05/2016

O Brasil foi enaltecido no Fórum Econômico Mundial. A pauta trata sobre eficiência de gestão, resiliência e capacidade de recuperação. A reunião desse ano teve palestras de destaques e contou com fortes nomes de economia. O País que obteve de volta o grau de investimento foi classificado pela agencia Standard & Poor’s como A - entrando na lista de elite, pontuação inédita, alcançada após parcerias com grandes países para exportação de produtos, troca de tecnologia e ciência.

Após período de quase três anos de recessão, a equipe econômica tomou medidas acertadas para retorno do crescimento, estima-se que o Brasil irá se tornar a quinta potência até o próximo ano, no entanto, deve-se manter com foco na produtividade e crescimento, não depender de poucas parcerias para exportações, assim como fez no passado com a China, que auxiliou a queda de muitas economias puxando-as para baixo consigo mesmo.

Por ser uma democracia com defesa dos direitos constitucionais, o Brasil é alvo de investidores do mundo inteiro, ao contrário de países autoritários como China e outros que possuem problemas sociais e religiosos.

O PIB brasileiro saiu de uma queda de -3,8% em 2015 para um crescimento de 5% em 2017. Com medidas cautelares e preservando os ganhos sociais alcançados na última década o Brasil ainda deve evoluir em algumas áreas. Algumas parcerias públicos privadas não vem dando certo, contratos não foram cumpridos, como por exemplo, duplicações de rodovias prejudicando o escoamento das safras agrícolas. São medidas pontuais em que deve-se ter mais atenção. Outra questão ainda complicada no País é em relação a previdência, a conta não fecha, mas um plebiscito está em andamento para atingir a melhor resolução.

O Brasil passa pela reunião de Davos com a certeza de estar no caminho certo. Espera-se que aprendendo com erros do passado o País continue os trilhos do crescimento.

Escrito por Professor Robson Faria - Mestre em Administração PUCPR/Especialista em Finanças Unipar



19/05/2016