Real Móveis

Publicado em 21/03/2016

No ano passado fechamos com a inflação acima dos 10%, Alguns setores como dos preços administrados (água, energia, combustível...) acima dos 18%!  A renda por outro lado não acompanhou a evolução dos preços, sendo assim o padrão de vida fica afetado por essa diferença, consequência disso diminui-se o consumo.

Além desse fator inflacionário, a confiança do empresário diminui e as pessoas de maneira geral esperam um pouco mais para trocar de carro, fazer uma viagem, comprar um imóvel entre outros. E é justamente essa espera que estagna a economia diminuindo o fluxo do capital e paralisando a produção o que consequentemente diminui os empregos.

Algumas soluções financeiras para diminuir a diferença entre o que se gasta e o que se ganha e sair lucrando já é notório no consumo das famílias. A troca de marcas é uma delas, as pessoas estão optando por produtos mais em conta, assim não deixa de consumir, mas diminui o gasto, mesmo assim alguns produtos estão sendo descartados da lista de supermercados. 

Uma situação que vem chamando a atenção nos últimos meses é referente ao uso de bicicletas. A cidade está com cada vez mais adeptos do ciclismo. Alguns encarando como esporte e até participando de competições. Sendo assim, analisemos as vantagens dessa prática que está cada vez mais comum entre os brasileiros.

Em um cálculo aproximado estima-se um gasto de R$0,37 por quilometro rodado em um veículo médio. Imaginemos que seu trabalho fique a 5 km entre de sua residência, entre ida e volta. Perfazendo o percurso de bicicleta a economia é em média de R$40,00/mês e em um ano aproximadamente R$500,00. Ainda tem mais, considerando a economia com gastos de manutenção, limpeza, pneus e estacionamento de um carro por exemplo a economia pode ser maior ainda. Além do fato de que quanto maior o trajeto, maior a economia, dobre isso e teremos quase R$2mil economizados em um ano. Há de se cuidar que trajetos muito longos podem não serem adequados, devido ao cansaço e vestimentas por exemplo.

Vejamos agora os benefícios não monetários. Os mais citados são em relação a saúde e qualidade de vida, pois andar de bicicleta é uma forma de exercício físico. Benefícios como diminuição do stress, bem estar, e o simples fato de perceber ao seu redor são responsabilizados à atividade. A diminuição da poluição, espaço nas ruas e engarrafamentos também são benefícios oriundos das pedaladas, não só para você, mas para todos.

Com todas essas vantagens, pedalar um pouco se torna muito vantajoso, diminui o seu gasto e proporciona uma folga na sua renda. Além da melhora na sua saúde.

Escrito por Professor Robson Faria - Mestre em Administração PUCPR/Especialista em Finanças UNIPAR

 



21/03/2016