Publicado em 17/11/2015

No último texto abordei os investimentos para 2016. Tendo em vista que nem todos nós conseguimos investir e pelo contrário, necessitamos de dinheiro emprestado, trago nesse texto formas para melhor gerir esta necessidade tão comum aos tupiniquins.

O pagamento pelo dinheiro emprestado é o juro. A lógica é simples, quanto maior o prazo, menor a taxa cobrada, quando menor o prazo maior a taxa, além disso o histórico do recebedor é levado em consideração. Nome sujo na praça, ou restrições no CPF, fazem com que os juros sejam maiores para você.

É importante entender que utilizar crédito, deve ser uma medida emergencial, ou seja, não se utiliza crédito para lazeres, por exemplo. Se quiser viajar para um lugar paradisíaco, primeiro junte o valor necessário, ou pague a viagem antes, por meio das condições de parcelamento em agências de turismo.

Dessa forma, procure tomar empréstimos quando houver urgência. Doenças, desastres, imprevistos ou situações em que lhe amenize outra despesa, como aluguel e moradia.

A utilização do crédito de forma errada pode ser desastrosa. Muitas vezes está ligada a um perfil consumista e problemas psicológicos. O remédio é ir direto ao ponto, tratando tais deficiências, ajudando a melhorar a utilização do dinheiro.

Quando necessário for a utilização do crédito, algumas regras para análise podem ser uteis, tais como pesquisar taxas, as instituições bancárias e as formas de amortização e pagamento da dívida.

Créditos mais baratos normalmente são: os imobiliários, consignados (descontado direto na folha de pagamento), veículos, empréstimo pessoal programado e antecipação de imposto de renda. Entre os mais caros estão cheque especial, cartão de crédito e financeiras.

Fique atento as taxas, como as de abertura de crédito e também impostos sobre o valor captado. O mais correto é não utilizar o crédito, mas uma vez necessário o faça racionalmente. 

Escrito por Professor Robson Faria - Mestre em Administração PUCPR/Especialista em Finanças UNIPAR



17/11/2015